Banco do Brasil e Perdigão: avalie os prós e os contras antes de aderir a estas novas ofertas
por Sophia Camargo
O investidor faminto por ações tem mais duas opções sobre as quais se debruçar. Nesta próxima terça-feira, dia 11, encerra-se o prazo de reserva para um novo lote de ações oferecido pela Perdigão e pelo Banco do Brasil. Os papéis devem começar a ser negociados na Bovespa nos dias 14 e 17 de dezembro, respectivamente.
Quando se fala em período de reserva logo se pensa em um novo IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial), como o da BM&F e da Bovespa, que tanto interesse despertaram nos investidores.
As ofertas do Banco do Brasil e da Perdigão, porém, não devem ser confundidas com o IPO, que marca a estréia de uma empresa na Bolsa de Valores. Afinal, tanto o Banco do Brasil quanto a Perdigão são empresas que já têm suas ações negociadas em Bolsa.
O que essas companhias estão fazendo agora é ofertar um novo lote de ações no mercado, por motivos diferentes. O Banco do Brasil está se adequando às regras do Novo Mercado, que determina que ao menos 25% de suas ações sejam negociadas em Bolsa. A Perdigão quer fazer caixa para pagar a compra da Eleva.
Ofertas feitas, cabe ao investidor decidir se vale a pena apostar nestes papéis. Para Luiz Gustavo Medina, da M2 Investimentos, é importante que o investidor tenha em mente que não se deve apostar nestes papéis para especular, pois o fato de as ações já serem negociadas no mercado não indica que haja espaço para grandes altas.
"Se a pessoa quiser investir nestes papéis, deve fazê-lo porque acredita no potencial de valorização das empresas."
Para ajudá-lo a se decidir, avalie, nos links a seguir, as vantagens e os riscos de investir em Banco do Brasil e Perdigão.
O investidor faminto por ações tem mais duas opções sobre as quais se debruçar. Nesta próxima terça-feira, dia 11, encerra-se o prazo de reserva para um novo lote de ações oferecido pela Perdigão e pelo Banco do Brasil. Os papéis devem começar a ser negociados na Bovespa nos dias 14 e 17 de dezembro, respectivamente.
Quando se fala em período de reserva logo se pensa em um novo IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial), como o da BM&F e da Bovespa, que tanto interesse despertaram nos investidores.
As ofertas do Banco do Brasil e da Perdigão, porém, não devem ser confundidas com o IPO, que marca a estréia de uma empresa na Bolsa de Valores. Afinal, tanto o Banco do Brasil quanto a Perdigão são empresas que já têm suas ações negociadas em Bolsa.
O que essas companhias estão fazendo agora é ofertar um novo lote de ações no mercado, por motivos diferentes. O Banco do Brasil está se adequando às regras do Novo Mercado, que determina que ao menos 25% de suas ações sejam negociadas em Bolsa. A Perdigão quer fazer caixa para pagar a compra da Eleva.
Ofertas feitas, cabe ao investidor decidir se vale a pena apostar nestes papéis. Para Luiz Gustavo Medina, da M2 Investimentos, é importante que o investidor tenha em mente que não se deve apostar nestes papéis para especular, pois o fato de as ações já serem negociadas no mercado não indica que haja espaço para grandes altas.
"Se a pessoa quiser investir nestes papéis, deve fazê-lo porque acredita no potencial de valorização das empresas."
Para ajudá-lo a se decidir, avalie, nos links a seguir, as vantagens e os riscos de investir em Banco do Brasil e Perdigão.
