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quarta-feira, janeiro 19, 2011

CreditCards.com: relatório da taxa semanal de cartões de crédito

As taxas de juros sobre novas ofertas de cartão de crédito permaneceram
estáticas nesta semana, de acordo com o Weekly Credit Card Rate Report do
CreditCards.com, apesar das alterações nas taxas sobre cartões do Barclays
e do Chase.


A média é composta por 100 dos cartões de créditos mais populares,
inclusive cartões de dezenas dos principais emitentes dos EUA. As taxas
introdutórias (teaser) não foram incluídas no cálculo. Entre as nove
categorias que os cartões representam, as taxas percentuais médias anuais
caíram em duas, mantiveram-se estáveis em seis e aumentaram em uma.

Para visualizar o release completo, acesse:
http://www.prnewswire.com/news-releases/creditcardscom-weekly-credit-card-rate-report-113392924.html


FONTE: CreditCards.com

Fonte: WWW.YAHOO.COM.BR

Data da informação: 14/01/2011

Há um Mark Zuckerberg na sua empresa? Saiba como identificá-lo.

Aos 20 e poucos anos, Zuckerberg apresenta as virtudes e os vícios dos
jovens inteligentes, impetuosos e ambiciosos da "era digital"

Nenhum fenômeno de bilheteria lançado em 2010 conseguiu surpreender tanto
quanto A rede social. Ancorado na popularidade do Facebook, o filme oferece
como maior atrativo contar a história de Mark Zuckerberg - o mais jovem
bilionário no ranking da revista Forbes.

Aos 20 e poucos anos, Zuckerberg apresenta, no limite – como mostrado no
filme –, as virtudes e os vícios dos jovens inteligentes, impetuosos e
ambiciosos da "era digital".

Uma particularidade dos cerca de 73 milhões de pessoas entre 20 e 30 e
poucos anos denominada de Geração Y? Não! A história é pródiga em exemplos
de jovens extraordinários e que mudaram o mundo. Talvez o fato novo seja
que jovens como o criador da mais popular rede de relacionamento estejam
revolucionando o mundo dos negócios. Aliás, estão criando o mundo dos novos
negócios e novos mercados.

Um fenômeno da Era Digital? Em grande parte sim. A Era Digital, com suas
possibilidades quase ilimitadas, acende a fogueira da curiosidade (e das
vaidades, claro) e da tentação de testar limites, algo inerente aos jovens.
Uma conseqüência é o pânico dos nascidos na transição analógico-digital
(Geração X) e os nascidos na era analógica (Baby Bommers) em gerenciar o
que é ingerenciável (como pais ou como gerentes): paixões! E um mundo de
possibilidades nunca antes imaginadas.

Uma característica dessa realidade, ao mesmo tempo instigante e deletéria,
é a velocidade, a urgência e ansiedade gerada pela sensação de
obsolescência. A inovação de ontem será ultrapassada amanhã. A abundância,
e não a escassez de recursos, informações e de possibilidades se torna um
problema. E gera culpa, nunca mitigada, numa geração quase sem culpa. Não
mais a dicotomia: capitalismo ou socialismo? Só a urgência: ser feliz aqui
e agora! (sem as questões filosóficas que "ser feliz" pode suscitar).

Quem, além da geração Y, está mais adaptado a um mundo em que a única
certeza é a mudança contínua e vertiginosa? Quem, senão um Y, exposto a
dispositivos digitais desde a infância, pode lidar, com invejável
desenvoltura, com as novas tecnologias, incluindo a grande capacidade de
navegar e explorar a Internet de forma intuitiva?

O que resta ao menos adaptados, os X, os baby bommers e aos que vieram
antes, senão criar as condições para que os da Geração Y façam o que sabem
fazer melhor? Vivendo nas redes sociais, os Y estão mais propensos em
confiar naquilo que se espalha no marketing viral do boca a boca do que na
publicidade tradicional, e por isso se adaptam facilmente a rotinas de
trabalho mais colaborativos e desenvolvidos em equipe. Sim, neles,
cooperação e individualismo coexistem. Deles, não espere reuniões
monótonas, impositivas e prepare-se para uma apaixonada defesa de pontos de
vista e um desconcertante pragmatismo.

Porque tudo lhes parece fácil e simples, e porque estão conectados com
muitas pessoas e muitas informações simultaneamente, podem perder o foco e,
não obstante a criatividade, podem não transformar as ideias em inovações
ou produtos e serviços úteis.

E é aí que pessoas de gerações anteriores podem ser eficazes: como mentores
ou coaches dos Y. Mas esqueça os estilos gerenciais que fizeram as gigantes
empresas da era industrial o que foram décadas atrás. A autoridade que
aceitam é aquela advinda da competência técnica e da reputação de quem
pretende comandá-los. E sabem distinguir autoridade de autoritarismo – que
rejeitam. Para eles, ordem e progresso não andam juntos. Progresso, sim;
ordem, nem tanto.

Quer que um Y seja produtivo? Ele será, se o gerente aprender a negociar o
resultado esperado. A Geração Y gosta de "trocar": trocar ideias, trocar
coisas, trocar resultados e comprometimento por um trabalho com
significado, desafio, aprendizagem, liderança inspiradora, ambiente de
trabalho agradável e divertido.

A Geração Y gosta de lugares e pessoas divertidas. Aliás, está ensinando às
gerações precedentes que o trabalho pode e deve ser divertido. Expressões
como IFT (índice de felicidade no trabalho) e FIB (felicidade interna
bruta) fazem parte do léxico corporativo.

Mas é esse o habitat de um Mark Zuckerberg? Pode haver um Zuckerberg na sua
empresa?

É quase certo que não. Se há outros - e deve haver - ele provavelmente deve
estar criando mais uma nova empresa por aí. Está criando um novo mercado (e
você ainda vai comprar dele algo que ainda nem sabe que precisa). Ele
talvez até já tenha passado por sua empresa e você não reparou. Talvez seja
aquele jovem cheio de ideias que ninguém levava muito sério e para quem os
gerentes não tinham tempo nem paciência. Ou aquele empregado-problema,
rebelde, irritante, insubordinado, que não cumpria horário, estourava
prazos, orçamentos, e só fazia perguntas quando você queria respostas.

E quase certo que você quisesse reter um Mark Zuckerberg se ele tivesse as
virtudes do gênio que ele é, mas não vícios do homem açoitado por paixões e
interesses nem tão virtuosos assim (pelo que se depreende do filme). Mas aí
ele não seria a personalidade do ano. Seria?

Na dúvida, melhor dialogar com os Y que habitam sua empresa. Quer saber o
que pensam? Pergunte a eles o que querem, pensam e sentem. Exatamente como
faz com os seus clientes especiais.

Quem sabe você não descobre em um Y de seu time de talentos com potencial
de um Mark Zuckerberg?

Fonte: Administradores.com.br

Data da informação: 04/01/2011

sábado, janeiro 01, 2011

A China do Futuro e o Futuro é Hoje...

Autor desconhecido.

A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China.
.......Eis um aviso para o futuro!
Mas quem liga para esse aviso?
Atualmente ....Ninguém !
Agora é só ....aproveitar E APROVEITAR ...!
E depois como será para os nossos filhos ?

JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?
Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões...
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas...
Com preços que são uma fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios.... estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a...

Horas extraordinárias? Na China...? Esqueça !!!
O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso...

Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia de "poder" para ganhar o mercado ocidental .

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos 'marqueteiros' ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega de valor": a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto "made in USA". É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.

As empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares...
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que pode-se chamar de "estratégia preçonhenta".

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.

Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com o design...suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde de mais.
Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.

Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois será quem manda, pois terá o monopólio da produção .

Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos é quem vai regular os mercados e não os "preçonhentos".

Iremos, nós e os nossos filhos, netos... assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa.

Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando baralho na praça da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.

E então lembrarão, com muita saudade, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas "marcas- grifes" aos seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas pois foram todas copiadas....

REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS , PELA SOBREVIVENCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES.

O cliente e seus nomes nas decisões de marketing

As ações de marketing em cada fase do cliente no processo de planejamento,
conquista, retenção e relacionamento.

O cliente está presente em qualquer decisão de marketing. Tudo deve ser
pensado para melhor atingí-lo, persuadí-lo, conquistá-lo e atendê-lo. Isso
é fazer o mercado: construir uma estratégia de valor para o cliente,
comunicar com eficiência, vender suprindo suas necessidades e desejos, e
entregar o que foi prometido com um nível de atendimento equivalente. E
nessa escalada que envolve todo esse processo costuma-se aplicar vários
nomes aos clientes. E cada nome tem um significado e um conjunto de
decisões e ações de marketing conseqüentes e recomendáveis.


Público-alvo

No início, o cliente chama-se, simplesmente, "Público-alvo". É assim que os
profissionais de marketing e estratégia de negócios o definem na fase de
planejamento: um público que representa uma fatia de um mercado consumidor
com potencial para novos negócios, em função de necessidades e desejos não,
ou não plenamente, atendida pelas ofertas oferecidas pelos competidores do
segmento.

Enquanto público-alvo o cliente recebe identificações abrangentes de ordem
demográfica – como BC, F, 29/39, SP (público de classe B e C, feminino, de
29 a 39 anos, em São Paulo) –, psicográfica e comportamental. Estuda-se a
questão quantitativa para identificar quantos milhares de pessoas com esse
perfil existem na região; avalia-se a possível aceitação que um novo
produto teria; e formula-se projeções de vendas e resultados financeiros
para estimar a viabilidade econômica de um lançamento.

Prospect

Após a fase de planejamento, depois que o produto é colocado no mercado, o
cliente recebe uma nova denominação: "Prospect". Trata-se do cliente que
recebe a abordagem do lançamento pelas ações de comunicação. Um prospect é
um cliente que pode vir a comprar ou influenciar uma compra. E é um desafio
conseguir atingir o prospect certo, da forma certa, no momento certo e no
custo certo – fatores fundamentais para o sucesso desta fase.

Publicitários buscam esse sucesso planejando abordagens criativas e
persuasivas pelos meios de comunicação certos e possíveis. Profissionais de
marketing promocional desenvolvem soluções para promover a apresentação,
demonstração e exposição do produto. E seus colegas de marketing direto
usam suas ferramentas e seus canais para abordar o prospect de modo mais
direcionado.



Comprador

Motivado pela abordagem que recebe enquanto prospect, o cliente pode vir a
se tornar um novo tipo: o "Comprador". Essa é a fase que sempre recebe
muita atenção da empresa, principalmente, claro, da área de vendas. Um
prospect sensibilizado não pode deixar de se tornar um comprador efetivo. E
o principal responsável nessa fase é o vendedor. É a pessoa que, pela
oportunidade do contato com o cliente, deve buscar identificar seu perfil,
suas necessidades e desejos específicos, enfatizar as características que
sinalizam o produto como opção, tirar dúvidas, minimizar incertezas e
apresentar soluções.

E quando não há a figura do vendedor na relação – caso de operações de
vendas de auto-serviço (como em supermercados), ou em situações em que
atendentes não assumem a função de vender (como em restaurantes e comércios
de balcão), ou ainda, em vendas à distância ou automatizadas (como em
e-commerce) –, é a ação de promoção de vendas que assume o papel de ativar
e estimular o cliente a dar o passo seguinte.

Usuário

Depois que o cliente compra, o cliente usa. E é como usuário do produto,
e/ou dos serviços, que ele irá comprovar se o mesmo atende suas
necessidades e desejos, e se realmente cumpre o que se propôs a realizar -
o que foi prometido quando ele era prospect e comprador.

É na fase "Usuário" que a reputação do produto/serviço e, conseqüentemente,
dos seus responsáveis – empresa e canal de venda –, é moldada e construída.
Usuários insatisfeitos não voltam a comprar e ainda disseminam opiniões
negativas. Além do trabalho interno de auditar se processos e operações de
atendimento, venda e pós-venda realmente funcionaram para o cliente, e aí
promover melhorias e ajustes, é fundamental que se tenha canais de
atendimento disponíveis e de fácil acesso.

São pelos canais de atendimento que o usuário poderá melhorar sua
experiência (solicitando informações e esclarecimentos) e testar o
tratamento que a empresa dá. Além, claro, de apontar erros, reclamar e
reivindicar soluções. É preciso ouvir os clientes e dar feedback. Com o
comprador a empresa fecha negócio e com o usuário ela mantém.

Experimentador, Repetidor e Freqüente

E para tornar mais complexo o trabalho da área de marketing, ainda há três
sub-tipos de clientes usuários: "Experimentador"; "Repetidor"; e
"Freqüente". O experimentador é o cliente usuário de primeira vez, que está
experimentando a oferta. Na maioria dos casos, é cliente freqüente de outra
marca e está testando opções, estimulado por ofertas promocionais, por
conveniência e oportunidade.

Cabe a organização atender bem o cliente para que esse experimentador
torne-se um repetidor de compra – um cliente que repete sua decisão até que
crie o hábito de comprar a marca, dando preferência nas compras futuras.
Quando o cliente assume a preferência de compra, e realiza, ele se torna um
cliente freqüente.

Um programa de Fidelidade é uma ação de marketing que busca estimular o
cliente a repetir compras e tornar-se um cliente freqüente. Com uma
mecânica baseada em premiação a partir do volume de compras acumuladas, a
ação favorece clientes que optaram por concentrar em uma empresa suas
compras de determinado segmento.

Especial

Dentre os diversos tipos de cliente, classificado pela sua performance como
usuário, há uma parcela deste que pode ser vista como "Especial" para a
empresa. Clientes Very Important Person são pessoas importantes para o
negócio, não necessariamente por conta de seu desempenho como comprador.
Clientes "Vips" podem trazer resultados diretos, mas também indiretos, por
conta do seu comportamento de compra, sua posição frente a outros clientes
e experiência como usuário.

Descobrir quais são os critérios para definir um vip é uma decisão complexa
e estratégica. E faz-se isso para que a organização possa dar mais atenção
e relacionamento com clientes em função do seu valor para o negócio. Um
Programa de Marketing de Relacionamento pode funcionar com eficiência
quando é voltado para esse perfil de cliente. Espera-se que, com isso, além
de estimular a manutenção da performance comercial, o cliente reconheça
melhor a organização e o trabalho especial que ela realiza com seus mais
valiosos.

Inativo e ex-cliente

Entre as fases de cliente usuário e ex-cliente, há a fase de cliente
"Inativo". A inatividade do cliente é uma questão crítica: por quanto tempo
se considera um cliente como inativo e não como ex-cliente? Alguns
negócios, em que a freqüência de compra média é mensal, considera-se
inativo o cliente que está de dois a seis meses sem pedidos. É nesse
período de inatividade que devem ser promovidas ações comerciais para
reativar a conta, pois imagina-se que ele ainda esteja cliente do segmento
e está, portanto, experimentando opções concorrentes.

Além disso, clientes estão em constante mudança, mudam seus hábitos,
necessidades e desejos. E nessa mudança, que é natural, é comum que eles
parem de comprar, não porque ficaram insatisfeitos e sim porque
simplesmente mudaram seu perfil consumidor e migraram para outro segmento.
E, após alguns anos, é comum, inclusive ter mais ex-clientes do que
clientes usuários. Comprove se a sua empresa tem mais de 10 anos e faça a
análise: ela tem mais ex-clientes ou usuários? Uma faculdade, por exemplo,
tem mais alunos ou ex-alunos?

É preciso ser eficaz na gestão do cliente em todas as fases anteriores:
público-alvo, prospect, comprador, usuário (experimentador, repetidor e
freqüente), especial e inativo. Porém, não se pode negligenciar o cliente
quando ele se torna ex. Apesar do ex não ser mais um comprador e gerador de
caixa, ele é importante pela história, experiência e opinião que carrega.
Ex-cliente é um avalista que merece alguma forma de relacionamento e
atenção por parte da organização.

E se vale a máxima de que quem pode falar da gente é quem nos conhece,
logo, quem mais pode fazer recomendações são os ex. São pessoas que
passaram por todas as fases como cliente e que têm propriedade para opinar.
E forma, numericamente, o maior grupo de clientes que uma organização
possui.

Fonte: Administradores.com.br

Data da informação: 13/12/2010

Vai contratar um empréstimo? Veja quanto você pagaria em cada banco

17/12/2010

A Fundação Procon de São Paulo divulgou, nesta segunda-feira (13), o
comportamento dos juros do empréstimo pessoal e do cheque especial de
dezembro e verificou que, no primeiro caso, houve leve queda em relação a
novembro.

A taxa média do empréstimo pessoal passou de 5,35% ao mês para 5,27% ao
mês, devido ao recuo da taxa cobrada no HSBC. Já as taxas cobradas para o
cheque especial mantiveram-se estáveis no período, em 9,12% ao mês.

O levantamento foi realizado nos dias 2 e 3 deste mês, portanto, antes de
começarem a valer as medidas anunciadas pelo Banco Central, que elevou o
compulsório dos bancos e o fator de risco para concessão de crédito à
pessoa física. Essas medidas devem elevar os juros para financiamentos de
prazos acima de 24 meses.

Com ou sem aumento, é importante saber que as taxas variam de banco para
banco, o que faz com que o gasto com juros seja muito diferente, dependendo
da instituição onde o consumidor contrata o crédito.

Comportamento por banco

Caso tomar crédito seja algo inevitável, deve-se ter atenção às variações
de cobrança. A menor delas, para cheque especial, ainda pode ser encontrada
na Caixa Econômica Federal (7,15% ao mês), enquanto a maior, conforme o
Procon, ainda é verificada no Safra (12,30% a.m.).

Na tabela abaixo, é possível traduzir em valores quanto essa diferença
representa. Para o cálculo, foi considerado que o cliente utilizou o limite
de R$ 950 de sua conta-corrente pelo período de um mês:

Cheque especial por 1 mês* Banco
Taxa mensal
(média/dezembro)
Gasto total

Safra
12,30%
R$ 1.066,85

Santander
9,66%
R$ 1.041,77

HSBC
9,55%
R$ 1.040,73

Itaú
8,75%
R$ 1.033,13

Bradesco
8,40%
R$ 1.029,80

Banco do Brasil
8,05%
R$ 1.026,48

Caixa Econômica
7,15%
R$ 1.017,93



Já quando se toma um empréstimo pessoal, a menor taxa, agora, pode ser
encontrada no HSBC (4,30% ao mês). No Itaú é encontrada a maior taxa média
para essa modalidade de crédito (6,02% a.m.). O cálculo a seguir mostra
quanto custa emprestar R$ 1,5 mil para pagamento ao longo de 12 meses,
assim como a variação do custo do dinheiro de banco para banco:

Empréstimo em 12 meses* Banco
Taxa mensal
(média/dezembro)
Gasto total

Itaú
6,02%
R$ 2.149,34

Santander
5,63%
R$ 2.103,65

Bradesco
5,50%
R$ 2.088,53

Safra
5,40%
R$ 2.076,93

Banco do Brasil
5,28%
R$ 2.063,05

Caixa Econômica
4,78%
R$ 2.005,74

HSBC
4,30%
R$ 1.951,47

Fonte: Primeira Edição

Data da informação: 15/12/2010